Saturday, November 29, 2008

inverse psychology?

“grow smaller” - 85,200 results
“shrink smaller” - 3,260 results

why???

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Thursday, November 27, 2008

tranqüilo…

Porque será que se lê o ‘u’ em tranquilo*, e não em aquilo, esquilo, quilo?

*tanto é que no Brasil se escreve com ü (pelo menos, enquanto o Acordo Ortográfico não entrar em vigor…)

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Tuesday, November 18, 2008

Ignorance

If you think that “ignorant” is a pejorative term, then you are an ignorant. Go look the word up in a dictionary.

(adapted from) Erann Gat in How I Lost My Faith in Lisp

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Monday, November 3, 2008

A origem de expressões populares

Alguns ditos populares desafiam a imaginação no que consta à sua origem. Segundo o Prof. Pasquale Cipro Neto, alguns deles simplesmente foram deturpados com o tempo. Ora confiram se não fazem mais sentido as explicações abaixo!

No popular se diz: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro!
Correto: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro!

Ou então: “Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.
Enquanto o correto é: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.

Mais um famoso… “Quem não tem cão, caça com gato.
O correto é: “Quem não tem cão, caça como gato.” (ou seja, sozinho!)

São as peripécias da cultura oral… como dizem, quem conta um conto acrescenta um ponto… será que o que temos como sabedoria popular hoje tinha um sentido original completamente diferente? Dá que pensar!

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Wednesday, June 13, 2007

Línguas mortas-vivas

“Existem cerca de 50 ou 60 idiomas no mundo que estão reduzidos a um único usuário.”

fonte: Reuters: Internet ajuda a reviver idiomas moribundos

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Monday, March 12, 2007

A Língua Canibal

O “site” do nosso Presidente dá lugar de honra à entrevista que ele deu ao “ABC”.

Também a primeira audiência oficial foi dada à Espanha. Felipe de Borbón, claramente comovido, foi generoso: “Vim oferecer todo o apoio da Espanha em tudo o que seja significativo para as relações bilaterais”.

Ora deixemo-nos cá ver – já que estamos obviamente tramados com os espanhóis – em que é que o moço nos poderá ajudar.

O maior obstáculo continua a ser a língua. O castelhano, como se sabe, é uma língua com muitos defeitos – sobretudo para quem fala português – e quanto mais cedo começarmos a corrigi-la, melhor para o entendimento peninsular. A solução é um acordo linguístico entre os dois países.

A mania mais irritante dos espanhóis tem a ver com a tonicidade: como se já não bastasse o gin ser Larios, temos também de levar com água tónica La Casera?

Com as palavras acontece o mesmo. Quando são iguais, eles arranjam maneira de as tornar irreconhecíveis.
Começando logo com o Professor Cavaco Silva, veja-se como pronunciam “canibal” como quem diz “Aníbal”. Não está certo. Em vez de rimar “atmosfera” com “esfera”, rimam-na com “fósfora”: “atmósfera”.

É ridículo.

É inaceitável. Como podem eles dizer “terapia” a rimar com “prosápia”; “atrofia” a rimar com “bófia”; “fobia” a rimar com “sobe-a” e, em vez de “herói”, “héroe”?

Até pronunciam “cameraman” como se fosse uma parte do abdómen: “camerámen”. Nem à traqueia fica bem soar a pum (“tráquea”). Demonstra falta de nível dizer “nível” como se fosse uma marca de velas fabricadas em Niza. Um imbecil perde estupidez essencial se for um “imbecil”. Só falta dizerem “crocódilo”.

A democracia já é suficientemente barulhenta, escusando de ser gritaria de “democrácia”. Em contrapartida, a burocracia em português pouco perderia em soar mais crassa e poderia passar a ser “burocrácia” e “burócrata”. Aqui entramos nas concessões que nós portugueses teremos de fazer se quisermos tornar a língua castelhana mais civilizada.

Podemos ceder, por exemplo, dizendo ”estereotipo” em vez de “estereótipo”, que, muito francamente, soa a espanholada. Eles que passem a dizer “hemorragia” em vez do horrendo “hemorrágia” e nós, atendendo ao inglês, poderemos dizer “futebol”com tónica no “foot”. No mesmo pé, faz todo o sentido “ortopédia” em vez de “ortopedia”. Podemos até fingir que dizemos “batraquio” e, com grande sacrifício, passar a dizer “batráquio”. Se eles abandonarem, de uma vez por todas, o vício de dizer “teléfono”, “crisantémo”, “mediócre”, “textíl”, “misíl” e “epidémia”, nós talvez possamos considerar dizer, por exemplo, “leucémia”, “impár”, “rúbrica”, “taquicárdia” e até “psicópata” para afastar, de uma vez por todas, a imagem da pata tresloucada.

Outra área em que se deverá chegar a acordo é a dos géneros. Os castelhanos têm uma enorme dificuldade em atribuir o sexo correcto às palavras e isso tem de acabar. Faz algum sentido tornar o sal, tão masculino, em menina? Mas é “la sal” que os espanhóis dizem. E quem diz tal coisa também lhe sai da boca fora monstruosidades como “la postal”, “la nariz”, “la sangre”, “la masacre” ou “la leche”. O que é que se há-de fazer? É o “la costumbre” deles.

Outro problema terrível que têm é com as palavras acabadas em “agem”, às quais reagem atirando-as lunaticamente para o masculino. É “el embalage” para aqui, “el masage” e “el maquillage” para ali e é preciso “el corage” para suportar o ultrage de “el embalage”, “el viagem” e “el paisage”. Dirão que é aqui que os portugueses podem ceder – passando a dizer “o hospedagem”, “o aprendizagem” e outros dislates – porque também franceses e italianos consideram masculinas quase todas estas palavras. Paciência. Estão todos tragicamente enganados, excepto no pajem. O resto é absolutamente feminino.

Como então negociar com os espanhóis para eles deixarem de dizer, escandalosamente, “el ponte”, “la miel”, “el dolor”, “la lumbre” e, em vez da valsa, “el vals”? Nalgumas transexualidades teremos de ceder. Talvez possamos prescindir da masculinidade de algumas palavritas e passar a dizer “a silicone”, “a ênfase”, “a ioga” e “a hamburguesa” se eles desistirem de aleivosias como “el pétalo” e “el análisis”. Como prova de boa vontade, até podemos ceder na zona tórrida das palavras acabadas em “agem” e passar a dizer “o homenagem”.
Ou pensando bem, talvez não. Se calhar, este desentendimento tem as suas vantagens multisseculares. Quem sabe? Uma coisa é certa: se o castelhano não tem cura, a culpa não é nossa.

texto original: A Língua Canibal
por Miguel Esteves Cardoso in Como quem diz, no Expresso de 18 Março de 2006

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Monday, April 10, 2006

Língua Complicada II

“O português é uma lingua complicada. A gente bota a calça e calça a bota”.

Barão de Itararé

 

Posted by Waldir Pimenta at 01:14:49 | Permalink | Comments (1) »

Monday, March 20, 2006

Língua Complicada…

Para não dizerem que a Língua Portuguesa é complicada…

(ler em voz alta)
Três bruxas olham para três relógios Swatch.
Qual bruxa olha para qual relógio Swatch?

E agora em inglês:
Three witches watch three Swatch watches.
Which witch watch which Swatch watch.

Foi fácil? Então agora para os especialistas:

Três bruxas suecas e transsexuais olham para os botões de três relógios Swatch suíços.
Qual bruxa sueca transsexual olha para qual botão de qual relógio Swatch suíço?

Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches.
Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch switch?

Conseguiram?

Posted by Waldir Pimenta at 03:44:04 | Permalink | No Comments »

Monday, February 13, 2006

Pedro Paulo’s Peripecias

APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA PERMITE ESCREVER ISTO…

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais.

Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora.
Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo.
Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.
Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província.
Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.
Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar, preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

E eu que achava o máximo quando em criança conseguia dizer: “O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma!…

Posted by Waldir Pimenta at 19:24:08 | Permalink | Comments (1) »

Monday, January 23, 2006

Nacionalidades…

Porque é que em Espanha são espanhóis e na Rússia não são rissóis?

Se na Suécia são suecos porque é que em Marrocos não são marrecos?

Em Marrocos são marroquinos. Então na Suíça não deviam ser suínos?

Na polónia as pessoas são polacas. E na Estónia, estacas??

recebido por sms

(durante a febre dos sms’s grátis da TMN)

Posted by Waldir Pimenta at 23:56:03 | Permalink | Comments (1) »